Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Uma deliciosa hora para a confirmação de que tenho o melhor "trabalho" do mundo!

Boa noite lindas pessoas!
Estive em jejum sexual desde sexta-feira, porém, para minha extrema alegria, um lindo cavalheiro com quem estive há quase dois anos hoje estava em Brasília e eu fui ao seu encontro.
Eu me lembrava do quão delicioso ele era! Quando de nosso primeiro encontro eu estava mais retraída, pois "naqueles dias", mas recordava que ele me fez gozar como poucos!
Hoje, não foi diferente! 
Beijos ardentes, uma boca belíssima (ele é todo lindo, mas, céus, que lábios!!)! Gozei demais com ele me chupando e, depois, ainda de cueca e sem tirá-la, esfregando-se em mim com o pau duro, muito duro!
Uma delícia! Eu chupei ele, fizemos 69 e eu praticamente pedi para ele me comer. Depois de muito me provocar ele colocou a camisinha e veio sobre mim.
Fiz vários squirts enquanto gozava, molhei os lençóis, a colcha e ele. Eu não pararia de gozar se estivéssemos até agora juntos!
Ele me comeu de costas e, a meu pedido, meteu no meu cuzinho. Gozei, jorrei e, depois de um tempo, ele disse que queria gozar na minha boca, então tirou o preservativo e eu o chupei!
Ele se masturbou e rapidamente encheu a minha boca de porra! Eu estava com as pernas bambas e, assim, após um bom banho, sai do hotel e vim pra casa.
Agora vou comer algo e descansar a beleza, que não se mantém sem sono! A cada dia que passa me sinto mais feliz comigo mesma por impor-me, desde que comecei, em abril de 2016, a seletividade que tenho.
Não trata-se de mero sexo por dinheiro. Mas de sexo, com muito tesão, com homens que me atraem e excitam e, após, me pagam. É gostoso, espontâneo e o preço mais elevado garante meu sustento com pouca rotatividade de homens.
Enfim, é o melhor "trabalho" do mundo!
Beijos de luz!

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