Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

domingo, 11 de fevereiro de 2018

Sexo ardente para "perfectibilizar" o meu final de semana!

Boa noite meus adoráveis leitores e leitoras!
Eis-que estive de "molho" nos últimos dias. Ontem, no entanto, fui ao meu cabeleireiro magnífico Fernando Kosta retocar o loiro e cortar a franja. 
Passei a manhã no salão, cheguei em casa e coloquei o meu "abadá" de carnaval: a minha camisola preferida! ... Risos... Eis euzinha ontem:

Descansei à tarde, minha mãe me fez caipirosca de abacaxi com morangos e assistimos série até tarde. No entanto, a esposa do meu pai me contatou contando-me que ele foi internado para tratar de uma infecção na perna que já estava muito edemaciada. Ele teve febre e, por conta de ser diabético, tudo é motivo de preocupação. Praticamente não dormi, só consegui descansar após falar novamente com ela, hoje pela manhã. Depois coloquei o celular em modo avião e adormeci por um bom tempo. Quando acordei um cliente mais que especial me ligou e em 40 minutos chegou aqui! Ele havia dito que, se pudesse, viria me visitar no carnaval. 
Ah, este homem lindo alegrou meu domingo!
O sexo fenomenal e a conversa agradabilíssima que temos me faz um imenso bem.
Transamos em todas as posições possíveis e, desta vez, não chegamos a fazer anal, pois estávamos muito envolvidos pelos meus magníficos orgasmos múltiplos "regados" à beijos deliciosos.
Eu iria dar um passeio com ele, mas tenho que revisar o conteúdo do meu segundo livro, escrever as "orelhas" e remeter amanhã para a editora. 
Por conta da minha preocupação com meu pai não consegui trabalhar nisso de ontem para hoje. Fiquei intelectualmente improdutiva.
Agora, alegre e feliz, conversei com meu pai e seguirei com minhas tarefas literárias.
Bom restinho de domingo à todos!
Beijos de luz!

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