Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

sábado, 3 de fevereiro de 2018

Encerrando a semana com chave de ouro!

Bom dia lindas pessoas!
Tive uma semana de muita escrita e dedicação literária, todavia, posso dizer que terminei muitíssimo bem a minha sexta-feira com uma hora em excelente companhia.
Um homem adorável que sempre que pode vem ao meu encontro. Infelizmente, além de casado ele viaja muito o que impede a constância da diversão de nossos encontros.
Passamos a tarde do Natal de 2017 juntos e todos os encontros que tivemos foram repletos de química e afinidades, ou seja, uma combinação excelente. 
Fomos do oral ao anal na primeira transa e uma delícia de transa de quatro depois de um papo excelente. Antes de ele ir eu tomei uma ducha e, depois, com as pernas bambas tomei um Dorflex e dormi... Risos... Afinal, ninguém é de ferro! 
Bem, não lhes escrevi ontem, haja vista o cansaço. Como escrevi muito na semana que finda, confesso, fiquei com preguiça até de abrir o notebook ontem. Pretendo descansar bastante, pois vou escrever, com uma amiga, um artigo sobre as mulheres na política brasileira. 
Pretendo dedicar-me a ele na semana que vem e no carnaval! O assunto do artigo me cativa, assim como a minha amiga que é da área da Sociologia.
Bem, desejo à todos um excelente final de semana!
Beijos de luz!

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