Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

sábado, 27 de janeiro de 2018

Sobre uma noite (pernoite) magnífica em Brasília/DF!

Boa noite seres humanos lindos!!!
Adivinhem com quem passei à noite ontem? Praticamente sem dormir, logicamente. Yes! Com o cavalheiro que veio ao meu encontro na terça-feira! O homem mais "bem amado" das minhas férias e semana!
Um cara educado, bonito, objetivo, inteligente, delicado, perspicaz e infinitamente gostoso. Por óbvio, após eu passar o dia escrevendo (tarefas literárias, não sexuais, afinal, sou escritora e advogada, além de cortesã!) jamais conseguirei contar-lhes detalhadamente o que vivenciamos na noite de sexta-feira e madrugada deste sábado, mas, sendo sucinta, posso afirmar-lhes que transamos das 23 horas até o amanhecer deste dia, cerca de 05 horas da manhã. Recomeçamos quando acordamos do breve descanso que, em respeito aos nossos corpos, nos demos após adormecermos por pouquíssimo tempo naquela linda suíte! Creio que, "desmaiamos" seria o termo exato.
Gozei em sua boca de uma forma deliciosa, ele passou a noite me comendo incansavelmente e, apenas após acordarmos, ele gozou. Gozou deliciosamente na minha boca enquanto apreciava a minha boceta no espelho e eu o beijava! Ávida que estava por sentir o seu gosto, por ter ainda mais do que estava sendo estupendo, delicioso e excelente.
A noite passada foi indefinível.
Sexo com química e sem hora para acabar é o que de melhor pode existir para mim. E, assim foi a noite passada. 
Puro êxtase, milhares de orgasmos, squirts e beijos adocicados pelo prazer. Algo que urge para reprises, algo que não finda e cujo desejo só se avoluma! Uma noite no céu.
Desejo à todos noites como a que tive. Quem é do bem, certamente merece.
Beijos de luz!

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