Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Alguns orgasmos para salvar a terça-feira dedicada à projetos literários!

Boa noite povo lindo!
Fiquei hoje por uma hora com um novo e agradável cliente. Bela aparência, jovem, solteiro e prestar a mudar-se do Brasil.
Extremamente educado, belo sorriso. O beijo encaixou de imediato!
Deitamos-nos aos beijos, ele tirou meu vestido e me chupou inteira até eu gozar. Pedi para ele tirar a roupa, confirmei a beleza do corpo do rapaz. 
Chupei-lhe e, depois de um tempo, pedi para ele me comer. Ele tinha camisinha da sua preferência, colocou e veio sobre mim. Gozei umas quatro ou cinco vezes com ele metendo na minha boceta, ele me confidenciou que estava há bastante tempo sem sexo e terminou gozando.
Ele tirou a camisinha e ficamos conversando. Eu queria mais, então beijei-lhe. Ele me masturbou, colocou-me de costas, mas não conseguiu ter pique após colocar a camisinha para me comer. 
Tomei uma ducha e vim para casa. 
Estou trabalhando muito no novo projeto literário!
Tenham uma linda noite!
Beijos de luz!

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