Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Uma hora deliciosa na manhã de terça-feira e uma tarde reservada à uma tarefa jurídica chata!

Boa tarde pessoas do bem!
Finalmente, após alguns desencontros hoje pela manhã reencontrei um cavalheiro adorável!
Aliás, o prazer sexual, com ele, vem sucedido de um imenso prazer intelectual graças a forma com que ele pensa a política e a desigualdade social. Humm... Inteligência...Melhor afrodisíaco não há!
Ele confirmou a vinda em cima da hora e eu terminei esperando-lhe apenas de robe e lingerie. Saltinho, claro! Cabelos molhados, inclusive. O que ele adorou, diga-se de passagem.
Nos beijamos um monte e ele começou a me comer com os dedos, comigo encostada na parede. Tirou meu sutiã, minha calcinha e me masturbou até eu gozar a ponto de molhar as pernas e o chão. Então ele despiu-se, eu queria chupá-lo, mas ele pegou a camisinha, colocou e meteu na minha boceta. Se segurava para não gozar e me dizia isso.
Eu sentia o pau dele vibrar! Na sequência fiquei de quatro e ele meteu no meu cuzinho. Eu gozei jatos. Deitei e ele ficou sobre mim, narrando o quanto estava bom e quando ia gozar! Depois de um tempo e junto com meu orgasmo de "número desconhecido" (pois "incontado"), ele gozou.
Ficamos nos divertindo com um papo sensacional e, há pouco, ele foi.
Pretendo descansar o resto do dia e fazer uma Apelação para mandar para o TJ/RS. Daquelas que a gente faz sabendo o resultado, ou seja, daquelas nada excitantes, mas, o dever chama!
Bom restinho de terça-feira à todos!
Beijos de luz! 

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