Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Um reencontro fantástico para lavar os lençóis e a alma no feriado!

Boa noite pessoas lindas que me leem!
Não está sendo fácil está vida de pesquisadora jurídica "autodidata", enquanto não entro em nenhum curso de Mestrado...
Fazer projeto de dissertação, ler muito, enfim! Me peguei novamente apaixonada pelo Direito, inclusive hoje à tarde estava arrumando uns materiais relevantes da minha Especialização em Direito Constitucional, que fiz há mais de 10 anos e me peguei surpresa com uns desenhos nos textos de estudo!
Vejam:

Eu era bem bobinha mesmo! Ha-Ha-Ha! Boa aluna, porém bobinha. Que vergonha de mim! Mas, tudo passa nessa vida, inclusive a bobeira.
Bem, para abrilhantar este meio de semana de leituras intensas, um cliente que há muito tempo não vinha me ver, apareceu!
Eu estava saudosa, já que a nossa química sempre foi ótima! Ele é lindo, macio, lábios perfeitos, enfim, um homem magnífico! No papo e no sexo! Conversamos bastante e ele me explicou a razão da "ausência", nobres motivos, certamente...
Sempre que eu fico tensa eu tenho tesão. Venho me masturbando (me masturbo contraindo a musculatura pélvica) há dias e algumas vezes por dia, uma seguida da outra, lógico! Lembro-me que quando eu e meu ex-marido brigávamos eu corria me masturbar para aliviar a tensão. Achava os desentendimentos péssimos pela possível privação de sexo e, seguidamente, relevava erros ou assumia a culpa para poder transar.
Sim, eu nunca fui uma "mulher normal"! Se fosse não teria mudado de profissão ano passado, né!? Ser acompanhante de luxo está sendo uma experiência sociológica ótima, além de sexual. Eu adoro!
Bem, o meu cliente gostosíssimo que queria ter vindo ontem, mas não pode, chegou no horário que combinamos hoje à tardinha.
Nos beijamos e logo estávamos despidos! Ele me chupou tão bem que não levei mais do que 90 segundos para gozar e, depois, não parei mais!
Ele me chupou muito, meteu na minha boceta, me fez gozar de esguichar, tirou a camisinha e eu o chupei bastante (estava saudosa daquele pau!)!
Depois retomamos comigo sobre ele, lavei-o gozando! Pedi para ele meter no meu cuzinho! Uau, que delícia! Fiz mais vários squirts com ele metendo em mim de quatro e de costas! Que transa magnífica!
Fiquei extremamente feliz e aliviada depois, mas, confesso, foi difícil retomar a concentração com leituras, pois, apesar de ter gozado muitas vezes, fiquei com vontade de repetir e ele tinha o tempo "contado" por conta do trabalho.
Uma pena, tivesse ele mais tempo eu estaria até agora gozando! Risos...
Bem, vou voltar aos meus deveres "estudantis" para dormir mais cedo, porque amanhã cedinho tenho manicure e, depois, vou ao Boulevard me depilar e fazer umas compras de vinhos, já que ando só a base de café!
Boa noite à todos!
Beijos de luz!

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