Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Sobre um novo cliente lord!

Boa tarde queridos leitores e leitoras!
Quarta-feira recebi um lindo cliente estrangeiro, mas que reside no Brasil há um ano. Em função do cargo, entende e fala bem o nosso idioma.
Chegou de terno, com um pouco de atraso, mas já havia me avisado.
Antes de darmos sequencia ao beijo ele preferiu tomar uma ducha, pois estava há horas sem lavar-se, por óbvio.
Foi tomar seu banho, veio, me beijou, me chupou deliciosamente bem, me fez gozar e fazer squirt me masturbando. Pedi para ele deitar-se e o chupei todo! Antes de finalizarmos sem a boa prova da penetração (eu adoro penetração e gozo muito com ela!), alcancei-lhe a camisinha e pedi para ele me comer.
Meteu em mim da forma que eu gosto, primeiro lentamente e depois um pouco mais forte, gozei algumas vezes e logo ele! Satisfeito, conversamos um pouco e ele foi tomar uma ducha, pois estava no horário de chegar em casa.
Eu fiquei aqui, contente com minhas leituras!
Beijos de luz!

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