Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Desjejuando...

Bom dia lindos leitores e lindas leitoras! 
Sei que ando em débito com vocês, sem postar meus encontros! A verdade é que estou focada em estudos jurídicos e não fiz nada que não fosse estudar nos últimos dias. Chegaram alguns livros novos e aproveitei para lê-los... Obviamente tive alguns contatos, mas só de macho burro e acostumado com um outro nível de "acompanhante", como era de se esperar, não gastei minha beleza com nenhum, só dispensei! 
Ontem, no entanto, sai do jejum com um cliente adorável que sempre que está em Brasília me contata! Combinamos um horário e fui ao seu encontro no hotel. Ele me esperava com um vinho. Brindamos, conversamos muito até praticamente terminarmos a garrafa! Rimos e, claro, nos beijamos muito... Ele estava com saudades da minha companhia. 
Me chupou e me masturbou até me sentir gozando muito, então continuava a me chupar! Ele dedicou-se a mim e a me ver fazer squirts praticamente o encontro todo! Ficou o tempo inteiro excitadíssimo, mas não me deixava chupa-lo sempre, pois não queria gozar. Depois de eu estar exausta de gozar e com as pernas trêmulas ele me deixou chupar e acabou gozando na minha boca! 
Tomei um banho, ele colocou o valor de duas horas ao lado da minha bolsa, nos despedimos e eu vim para casa, ter um sono perfeito!
 Desejo à todos uma linda semana! 
Beijos de luz!!!

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