Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Um cliente "fodástico" para animar o 7 de setembro!

Boa noite pessoal! 

Eis que hoje, para abrilhantar meu feriado, um cliente veio me ver! Viemos ao meu quarto nos beijamos e ele sentiu que eu estava sem calcinha! Me masturbou até eu fazer squirts e molhar o chão, tirou meu vestido, beijou-me os seios me fez gozar mais. 
Depois deitamos e ele me chupou e me masturbou mais! Gozei muiiiiitoooo! Após ele colocar a camisinha meteu na minha boceta, depois no meu cuzinho de quatro e deitada! Foi uma delícia completa! Tirou a camisinha e eu o chupei, mas depois ele quis comer minha boceta de novo. 
Colocou o preservativo e veio sobre mim, eu apertava o pau dele dentro de mim e gozava, até que ele também gozou. Estávamos suados, deixei-o descansando e fui tomar uma ducha. Voltei, ele estava tomando água e eu peguei uma para mim, pois estava com muita sede! 
Logo ele deixou o valor do encontro no lugar de costume, conversamos sobre literatura e boa política e nos despedimos. 
Eu almocei, li e adormeci! Descansei a beleza com afinco neste dia! E, agora, vou voltar a ler! 
Beijos de luz! 

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