Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Terça-bela-feira e um belo lord!

Boa noite prezados leitores e prezadas leitoras! 

Tive uma manhã agitada resolvendo problemas pessoais correlatos à contabilidade... Risos... Um cliente muitíssimo querido que há meses não vinha à Brasília pré-agendou um horário para o fim da tarde, mas ficou preso numa reunião e não conseguiu vir. Lastimou bastante, mas teve que voltar ainda hoje para a cidade em que mora. 
Mais tarde, porém, um jovem galante que há dias tentava agendar um encontro, conseguiu vir! Bonito, educado, estava ansioso para me conhecer, tanto que aproveitou o curto espaço de tempo que encontrou para vir me conhecer. Conversamos bastante e nos beijamos muito! Ele estava focado em dar prazer a mim. E deu, deu muito. 
Me chupou até fazer eu gozar seguidas vezes, colocou-me de quatro, lambeu meu cuzinho e, quando eu fui chupa-lo, estava se segurando para não gozar. Alcancei-lhe o preservativo e cavalguei sobre ele, sentindo-o todo dentro de mim. 
Gozei muito, fiz squirts e molhei-o todo, até que ele não aguentou, puxou-me e me beijou ardorosamente enquanto gozava. Ficamos abraçados, conversamos sobre os últimos livros que li e logo ele teve que ir! Eu fui assistir a um filme, lanchar e descansar. Desejo-lhes uma boa quarta-feira a todos! 
Beijos de luz! 
(Capa da Vogue).

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