Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

domingo, 3 de setembro de 2017

Sabadão e um novo e delicioso cliente!

Boa noite gente linda! 
Venho lhes narrar um encontro que tive ontem, sábado, e animou o meu final de semana! O cliente contatou-me pelo whatsapp, educado, bonito e objetivo, um perfeito leitor deste blog e das minhas narrativas. Agendamos o encontro e pontualmente ele chegou, trouxe-me um vinho italiano de presente, brincou com o Zeus e com o Pequeno Bolota e, então, viemos ao quarto. 
Eu estava de salto, logo, fiquei quase da altura dele (1,80 m): o encaixe do beijos foi perfeito e do primeiro em diante foi só prazer! Ele tirou meu vestido e me chupou inteira! Me masturbava, me tocava, me deixou louca de tesão! Auxiliei-lhe a despir-se, estava com seu pau grande, totalmente excitado! Cai de boca para engoli-lo e logo ele gozou! Gozou muito! Ficou observando eu engolir e lambê-lo mais até deixá-lo totalmente "limpo"! 
Ele pegou uma água e ficamos conversando sobre diversos assuntos, depois fiquei sobre ele e comecei a beija-lo. Eu queria mais, muito mais! Excitado, ele colocou o preservativo especial que trouxe e veio sobre mim, meteu gostoso, me fez fazer vários squirts a ponto de eles escorrerem e molharem meu cuzinho! 
Pedi para ele meter aquele pau gostoso nele, então, comigo de lado, quase de costas e com o bumbum empinado ele meteu gostoso no meu rabo! Gozei a ponto de molhar-lhe as coxas! Exausto de tesão ele acabou gozando. Fomos, então, tomar uma ducha. 
Conversamos mais um pouco e ele teve que ir para os tradicionais compromissos familiares de sábado. Pagou-me por uma hora e meia, vez que foi o tempo que ficamos juntos, foi embora feliz prometendo voltar! Eu fiquei descansando, terminei uma série adolescente que eu estava assistindo (Scream) e passei o domingo repousando, pois tive certa indisposição gástrica. 
Desejo a todos uma linda semana! 
Beijos de luz! 

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