Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

sábado, 26 de agosto de 2017

Sábado e uma transa gostosa para "acordar" o ânimo!

Boa tarde leitores e leitoras!
Para animar este sábado em que eu dormia para descansar a beleza que os descalabros humanos cansa, um cliente super assoberbado, encontrou um tempo para vir ao meu encontro.
Chegou pontualmente aqui, quis tomar uma ducha antes de tudo e depois veio até mim. Ele é alto, corpão, sorriso e rosto lindos!
Tirou meu vestido e, comigo deitada, beijou-me o corpo todo, depois veio com o pau até mim e eu o chupei! Quis que ele deitasse, fiquei sobre ele com o bumbum no rosto dele e o chupei mais!
Estava louca para sentir aquele delicioso pau em mim! Alcancei-lhe a camisinha e sentei no pau dele até gozar, depois ele sentou-se na beira da cama e eu sentei no pau dele, gozei também!
Deitei, ele ergueu minhas pernas e comeu minha boceta até gozar! Eu deixei o anal para a segunda transa, que, infelizmente, não ocorreu, vez que ele estava com pouco tempo. Fico bem triste quando isso ocorre. 
Como ele ficou pouquíssimo tempo, cobrei-lhe apenas R$ 600,00.
Bem, vou continuar lendo Bauman e depois seguirei com minha doce rotina de final de semana: filmes, livros e um pouco de vinho para não estragar o corpinho!
Beijos de luz!

Nenhum comentário:

Postar um comentário