Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

domingo, 2 de julho de 2017

Domingo com um encontro elegante e delicioso com direito a sexo oral no carro em movimento!

Boa tarde digníssimos e digníssimas leitoras!
Acabo de chegar de um happy hour sexy. Sim, um pretenso cliente simpático, educado e muito bonito contratou-me para ficar com ele por uma hora e meia, conversando e "deixando fluir", segundo suas palavras.
Ainda na sexta-feira, quando ele me contatou, fez a TED do valor atinente aos 90 minutos que ficaríamos juntos num elegante local público escolhido por ele. 
Como eu prefiro, quando não conheço o cliente, fui na hora combinada até o local que ele havia reservado para nós. Chegando lá me surpreendi com o charme e beleza do jovem homem. Divorciado há mais de um ano, muito sorridente e com uma aura leve.
Conversamos sobre tudo de forma descontraída enquanto tomávamos um belo vinho rosé. Após algum tempo, entre toques de mãos e olhares sedutores, nos beijamos. Uau, uma bela química! Seguimos dialogando sobre livros de filosofia e Direitos Humanos (disciplina que lecionei, inclusive).
Após um tempo pedi-lhe a razão de ter marcado um encontro tão "diferente", disse-me ele que, além de ter um corpo "perfeito" e um rosto atraente, sou uma mulher "para ser saboreada aos poucos e, sobretudo, admirada". Fiquei tocada com o elogio e, no fundo, concordo plenamente com ele...Risos...
Estava quase chegando a hora de eu chamar o Uber para voltar para casa e ele me ofereceu um passeio de carro para me trazer para casa. Aceitei, afinal estávamos nos entrosando bem. No caminho, ele me beijou e colocou a mão por baixo do meu vestido longo, que ele ergueu. 
Eu estava muito excitada com ele e rapidamente gozei! Molhei suas mãos, meu vestido e o banco de couro do carro. Pedi para ele abrir a calça quando paramos numa sinaleira. Ele abriu e tirou seu belo e avantajado membro para fora da calça. Eu, imprudentemente, abri o engate do cinto de segurança e fui até o pau dele chupá-lo, tentando ao máximo abocanhá-lo inteiro, apesar da situação "adversa" (ele estar dirigindo).
Ele ergueu o meu vestido e masturbou meu cuzinho e boceta juntos, deixando-me toda gozada e entregue! Chupei-o até ele gozar, estava muito excitado e controlando-se para não gozar muito rápido!
Chegamos no meu prédio felizes e relaxados, ele, discreta e educadamente, passou-me mais R$ 650,00 (o valor da minha hora), pois segundo me disse, o valor pago antecipadamente na sexta-feira não contemplava nenhuma espécie de sexo e tivemos. O seu objetivo era resistir, mas ele não conseguiu.
Ficamos de ter um encontro nesta semana, desta vez, na cama e com direito a tudo que o conforto dela nos oferece!
Bem, resta-me tomar um banho e começar uma nova leitura!
Beijos de luz!

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