Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Encerrando a semana com chave de ouro!

Boa noite pessoas amáveis!
Eis que passei mal com fortes dores na lombar ontem e não pude fazer coisa alguma.
Agora acabo de chegar de um hotel onde fiquei com um adorável cavalheiro.
Eu coloquei no meu anúncio o valor do encontro o que diminuiu em 80% os contatos de homens matutos, ignorantes e analfabetos funcionais. Desde que voltei do MT, apesar da lombalgia, estou me sentindo no céu, não sendo importunada por gente inconveniente e pechincheiros.
O cliente com quem me encontrei há pouco, reside fora do DF e volta para o seu Estado amanha.
Estava me esperando com uma garrafa de um belo vinho californiano. Bebemos um pouco e conversamos bastante! Nos beijamos calorosamente e ele abriu minha camisa, beijou-me os seios, tirou minha saia e me chupou e me masturbou até eu gozar diversas vezes.
Após, abriu a calça e eu o chupei até gozar na minha boca. Bebericamos um pouco mais de vinho e logo estávamos aos beijos novamente, fizemos um 69 insano até que eu pedi para ele me comer. Colocou a camisinha e eu cavalguei sobre ele fazendo diversos squirts!
Estava louca para fazer um anal e, cavalgando, tirei o pau dele da minha boceta e sentei com meu cu nele! Gozei muito e, logo, ele não conseguiu mais se segurar e gozou! 
Tomamos uma ducha juntos,  mais um pouco de vinho e, quase duas horas depois, nos despedimos e eu vim pra casa. Ele pagou o tempo corretamente e jurou que sempre irá ficar comigo quando vier à Brasília!
Bem, resta-me descansar a beleza, terminar um livro que estou relendo e ter uma bela noite de sono!
Beijos de luz!

Nenhum comentário:

Postar um comentário