Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Terça-feira com um novo cliente paulista: muitos risos e gozo!

Boa tarde gente linda!
Eis que minha terça-feira foi extremamente divertida!
Passei duas horas com um novo cliente paulista que é leitor assíduo do meu diário. Se disse enciumado, muitas vezes!
Enfim, apenas ontem conseguiu dar o ar da sua graça no DF e conhecer a sua musa, segundo me contou.
Cheguei ao hotel no horário que combinamos. Ele abriu uma espumante, fizemos um brinde e conversamos muito! Não tardou para ele me beijar calorosamente! Deitou-me na cama, tirou meu vestido e me chupou!
Chupava e me masturbava, eu gozava e ele se empolgava! Sugeri um 69, mas ele não quis, disse que queria "ir por partes". Não refutei. Gozei incontáveis vezes e, após, fui chupá-lo! Ele não conseguiu se segurar e acabou gozando na minha boca. 
Depois, fizemos mais um brinde e seguimos conversando e bebericando. Até tornarmos a nos beijar! Desci a boca até o pau dele e o chupei mais, ele pegou a camisinha, colocou e veio sobre mim.
Me fez gozar, ergueu minhas pernas, teceu alguns elogios sacanas a respeito da minha saudável anatomia e gozou. Não conseguiu aguentar até um anal e disse que era "dispensável, frente a gostosura da parte dianteira" (Risos...). Eu ri muito!
Fui tomar uma ducha, me vesti e ficamos conversando um pouco mais. Passado das duas horas combinadas vim pra casa! 
Hoje passei o final da manha e metade da tarde retocando as luzes no meu cabeleireiro (Fernando Kosta) e, após, fui me depilar e comprar taças, um carregador para o notebook e tomar um café no Casa Park!
Vou relaxar agora!
Beijos de luz!

Nenhum comentário:

Postar um comentário