Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Duas horas com um novo cliente e um anal selvagem para terminar bem a semana!

Boa noite sexta-feira linda!
Bem, definitivamente melhorei da gripe. Quer dizer, pelo menos superei os piores sintomas. Risos...
No início da tarde atendi a um cliente que estava aguardando o horário de um voo para o exterior que sairá daqui nesta noite.
Ele, leitor assíduo do blog, chegou aqui no horário marcado para usufruir duas horas da minha companhia. 
Conforme a foto do whatsapp indiciava, tratava-se de um homem bonito, lindo sorriso e um belo par de olhos. Pessoalmente, bastante alto e forte, do tipo que não tem nenhuma dificuldade em me levantar. Risos...
Fomos aos beijos para o meu quarto, deliciosos e molhados beijos. Eu estava de vestido justo, sem calcinha, logo ele sentiu, colocou-me de quatro na beira da cama, levantou o vestido e chupou meu cuzinho e minha buceta, alterando a língua com toques certeiros. 
Gozei em squirts e ele chupava e me beijava, virei-me de frente para ele, tirei o vestido e abri a calça social que ele trajava. O pau, grande, estava duro e a cueca melada. Lambi a cabeça do pau dele e fui abocanhando-o até colocá-lo na minha garganta.
Ele terminou de despir-se e deitou, fizemos um 69, mas depois de eu gozar na cara dele disse que queria chupá-lo olhando nos olhos dele até ele encher minha boca de porra. Fiz isso, lambi suas bolas, seu cuzinho, tornei ao pau e em seguida ele gozou na minha boca. Puxou-me e me deu um beijo sentindo um pouco do seu gosto na minha boca. 
Conversamos sobre minha pseudo-fama e etc., bem como outros assuntos mais sérios atinentes à, cada vez mais lamentável, raça humana. Tomamos uma água e tornamos a nos beijar insanamente. Ele colocou a camisinha e me comeu em todas as posições possíveis, fazendo-o eu jorrar sobre ele. Após, tirei o pau dele da minha buceta e, sentei com meu cu nele, até senti-lo todo lá dentro. Gozei muito! 
Depois ele me colocou de quatro, me fez gozar incontáveis vezes e, depois de um tempo, gozou! Suas pernas estavam trêmulas e ele lavado de suor, mas com um lindo sorriso estampado no rosto.
Conversamos mais, ele tomou uma ducha e foi encontrar com algum colega para, mais tarde, seguir sua viagem. Eu fiquei plenamente satisfeita e mais humorada, afinal essa gripe frustrou minha semana! Mas, ontem e hoje foram dias de orgasmos magníficos! 
Vou seguir com a Netflix na boa companhia dos meus gatos!
Beijos de luz e bom final de semana à todos!

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