Sobre o pálido ponto azul.

Sobre o pálido ponto azul.
"Nós podemos explicar o azul-pálido desse pequeno mundo que conhecemos muito bem. Se um cientista alienígena, recém-chegado às imediações de nosso Sistema Solar, poderia fidedignamente inferir oceanos, nuvens e uma atmosfera espessa, já não é tão certo. Netuno, por exemplo, é azul, mas por razões inteiramente diferentes. Desse ponto distante de observação, a Terra talvez não apresentasse nenhum interesse especial. Para nós, no entanto, ela é diferente. Olhem de novo para o ponto. É ali. É a nossa casa. Somos nós. Nesse ponto, todos aqueles que amamos, que conhecemos, de quem já ouvimos falar, todos os seres humanos que já existiram, vivem ou viveram as suas vidas. Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história de nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol. A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pensem nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na glória do triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pensem nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto desse pixel contra os habitantes mal distinguíveis de algum outro canto, em seus freqüentes conflitos, em sua ânsia de recíproca destruição, em seus ódios ardentes. Nossas atitudes, nossa pretensa importância de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo isso é posto em dúvida por esse ponto de luz pálida. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica circundante. Em nossa obscuridade, no meio de toda essa imensidão, não há nenhum indício de que, de algum outro mundo, virá socorro que nos salve de nós mesmos. (...)" Carl Sagan

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Final de terça e início de quarta-feira que começam com uma transa repleta de toques certeiros, sexo anal e squirts incontáveis!

Boa madrugada gente!
São quase duas da manha e eu acabo de chegar de um hotel onde atendi a um charmoso conterrâneo gaúcho que mora no RJ há algum tempo. Um charme de homem, simpático, educado, inteligente e despudorado, uma mistura marcante, com certeza!
Conversamos sobre as "origens" de ambos e do brasileiro, cultura e coisas assemelhadas, depois de um copo de vinho improvisado nos beijamos e ele me levou até a cama, entre beijos ardorosos me despiu, me chupou e tirou a roupa, tentei chupar-lhe enquanto ele me masturbava com os dedos no meu cu e buceta! Eu também, além de chupá-lo coloquei minha língua no ânus dele, o beijo grego gostoso que muitos homens "temem"! Uma delícia! 
Fiz vários squirts, gozei muito com sua forma atrevida de me masturbar! Chupei-o também e após muitos orgasmos com ele usando os dedos e a boca, fazendo-me jorrar, pegou uma camisinha da minha bolsa e meteu no meu cu de quatro, eu deitei e ele sentou sobre mim enquanto eu arrebitava a bunda para senti-lo mais fundo...Gozei incontáveis vezes!
Depois ele me virou e meteu no meu cu de frente, deitou e cavalguei sobre ele com o pau dele atolado em mim! Fiz muitos squirts no abdômen dele! Depois me pegou de lado e masturbava a minha buceta,  a seguir, vi que ele estava querendo meter nela, então pedi para trocar de preservativo, a bolsa estava ao lado, dei-lhe outro, ele colocou e comeu minha buceta, gozei mais um pouco. 
Depois ele tirou a camisinha, fiquei de quatro e chupei o pau dele, ele ajudou um pouco e terminou gozando com o pau inteiro dentro da minha boca!
Deitamos, tomamos uma água cada um, eu tomei um banho, ele me pagou, incluindo o Uber e chamou um carro com o aplicativo dele. Cheguei em casa recém, tomei uma ducha, hidratei a pele e, cheirosa, dormirei feliz!
Boa quarta-feira à todos!
Beijos de luz!

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